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KIT DE IMPRENSA ELECTRÓNICO

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BIO

Os Brain for the Masses são uma banda de Metal caracterizada pela sua diversidade e versatilidade. Desde que subiram aos palcos nacionais pela primeira vez em 2016, a intensa mistura de contrastes presentes nos seus temas tem sido alvo de agradáveis reações. Depois de passarem algum tempo na estrada, a banda afastou-se deliberadamente dos palcos, sentindo que estava na altura de um lançamento digno. O grupo entrou em estúdio em Outubro de 2019 para gravar o seu álbum de estreia, com data de lançamento prevista para o ano seguinte. O ano de 2020 chegou e com ele burburinhos de um novo vírus que estava a aterrorizar o oriente. Não muito tempo depois o mundo entrou em confinamento e subitamente estávamos em plena pandemia. Apanhados completamente desprevenidos pela incerteza de uma situação sem precedentes, o grupo decidiu adiar o lançamento do seu álbum de estreia para uma data igualmente incerteza. Dois anos passaram, a covid-19 não foi embora por completo, contudo o mundo parece estar a seguir em frente e uma certa normalidade parece estar a restabelecer-se. Depois de um acontecimento histórico que certamente não será esquecido, Monachopsis finalmente foi lançado no dia 23 de Novembro de 2022. Desafiando-se criativamente a cada composição, a mutável sonoridade do quinteto resulta em uma alargada possibilidade expressiva, que o grupo usa para personalizar cada uma das suas malhas. De guitarradas violentas a suaves secções de teclado, a exploração de variados contextos musicais traduz-se numa diversificação de cores e texturas que os Brain for the Masses usam para dar vida ao seu som.

SOBRE MONACHOPSIS

Gravados, mixados e masterizados na Demigod Recordings, os cinco temas que preenchem o álbum apresentam-se como identidades distintas, fruto da natureza versátil dos Brain for the Masses. Cinco composições distintas, intensificadas pela produção de Miguel Tereso num pujante misto de emoções que aborda as várias facetas e complexidades da condição humana.

Retirado do popular trabalho etimológico de John Koenig, o neologismo que dá o nome ao primeiro registo do quinteto foi criado como uma tentativa de definir emoções ainda sem termo próprio, traduzindo-se como “o sentimento subtil mas persistente de estar fora de sítio…” Um título alusivo a um sensação cada vez mais comum nos dias que correm. Algo que deambula livremente sem menção, escondido no silêncio das suas vítimas. Uma presença não moderna, mas modernizada pelas circunstâncias dos tempos atuais.

MÚSICA

Rui Monteiro - Vocais/Guitarra

André "Goghy" Loureiro - Baixo

Miguel Barbosa - Guitarra

João Shepperd - Bateria

Francisco Gomes - Teclados

VIDEOCLIPE

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